O QUE É?

O programa de apadrinhamento tem como objetivo angariar padrinhos/madrinhas, que se disponham a ajudar economicamente crianças de famílias carenciadas. Esta contribuição permitirá atender às necessidades básicas da criança, garantindo a alimentação, medicamentos, vestuário, material escolar e outros bens essenciais.

 

Ao apadrinhar pode fazer a diferença na vida de uma criança em risco. Pretende-se com este projeto criar uma relação de afeto e amizade dos padrinhos com crianças carenciadas, órfãs ou negligenciadas pela família, e proporcionar-lhes um ambiente de amor, saudável e seguro, permitindo-lhes assim o acesso a todo um conjunto de oportunidades.

 

 

RELACIONAMENTO PADRINHO/AFILHADO

Ao apadrinhar uma criança irá estabelecer um relacionamento que se prevê que seja longo, ou seja, até que esta se torne autónoma. Para que haja uma maior interação entre o padrinho/madrinha e o seu afilhado/a, estes terão a oportunidade de receber:

> Uma fotografia inicial, acompanhada da história familiar da criança e os motivos pelos quais o apadrinhamento lhe será tão essencial;

> Dois contactos anuais, via carta ou e-mail, com fotos atualizadas, para que possa acompanhar o crescimento da criança.

 

Os padrinhos terão ainda a oportunidade de comunicar com os seus afilhados do mesmo modo, via carta ou e-mail, através da AIP, que lhes fará chegar todas as palavras de amor e afeto que estes lhes queiram transmitir, tornando a relação mais pessoal e encurtando a distância entre ambos.

 

 

VALOR DO APADRINHAMENTO

O donativo para o apadrinhamento tem um valor mínimo de 100 euros anuais, sendo no entanto o padrinho/madrinha quem escolhe o valor que pretende doar, podendo sempre optar por um valor superior.

 

O valor referido abrange alimentação, medicamentos, material escolar, vestuário da criança e outros bens essenciais à criança. Pretende-se que esta colaboração financeira se mantenha até se verificar que a criança tenha alcançado uma determinada condição no seu desenvolvimento e autonomia, o que significa que o apadrinhamento deve ter um carácter contínuo e não pontual.